A Assembleia Legislativa caminha a passos largos para indicar o nome que irá substituir a ex-conselheira Ridalva Figueiredo no Tribunal de Contas do Estado (TCE). A informação é de que o projeto de resolução com os candidatos deve ser apresentado ao plenário da Casa na próxima semana.
Até o momento, conforme antecipado pela Tribuna, o deputado Gildásio Penedo (PSD) é o que mais tem viabilizado a candidatura, mas o colega, deputado João Bonfim (PDT), afirma que ainda não saiu da disputa e que, até o dia da votação, surpresas podem acontecer. No entanto, há quem diga que o pessedista já teria a indicação chancelada pela maioria dos parlamentares, com o apoio de 43 somente da base governista.
Nos bastidores, os rumores são de que ele já conquistou também a adesão da bancada de oposição, o que ampliaria a corrente para 58 pares. A cadeira do TCE seria articulada junto a outras disputas, como a da presidência da Assembleia, que só tem o atual Marcelo Nilo na corrida para o quarto mandato, e a do comando da União dos Municípios da Bahia (UPB).
De acordo com projeto aprovado na Assembleia, o procedimento em relação à vaga pode se direcionar de três formas, com possibilidades de o nome ser indicado de forma independente por 20 deputados, pela mesa diretora e pelo presidente do Parlamento. O dirigente Marcelo Nilo teria sinalizado que baterá o martelo sobre a questão nos próximos dias.
A reportagem tentou falar com o deputado, mas ele estaria em viagem para Antas, seu município. O certo é que essa decisão deve sair logo, já que o prazo regimental do recesso é o dia 15 de dezembro, exceto se a Lei Orçamentária não tiver sido votada, as atividades podem ser prolongadas na Casa, que, de acordo com informações de deputados, é o “mais provável” de acontecer.
Enquanto isso, o líder pessedista estaria em costura para buscar favorecer a indicação de seu nome, tendo como grande apoiador o presidente do PSD, Otto Alencar.
Recentemente, Penedo conseguiu convencer Nelson Leal (PSL) a retirar a candidatura e apoiá-lo. Além do PSD, ele tem o apoio oficial do PT, PP, PCdoB, PRB, PSL, PSB e PV. Mas o pedetista João Bonfim minimiza os burburinhos.
“Antes de haver a indicação tem que haver os inscritos. Tem os procedimentos a serem adotados, e aquele que conquistar até três assinaturas de deputados pode ser candidato”.
Até o momento, conforme antecipado pela Tribuna, o deputado Gildásio Penedo (PSD) é o que mais tem viabilizado a candidatura, mas o colega, deputado João Bonfim (PDT), afirma que ainda não saiu da disputa e que, até o dia da votação, surpresas podem acontecer. No entanto, há quem diga que o pessedista já teria a indicação chancelada pela maioria dos parlamentares, com o apoio de 43 somente da base governista.
Nos bastidores, os rumores são de que ele já conquistou também a adesão da bancada de oposição, o que ampliaria a corrente para 58 pares. A cadeira do TCE seria articulada junto a outras disputas, como a da presidência da Assembleia, que só tem o atual Marcelo Nilo na corrida para o quarto mandato, e a do comando da União dos Municípios da Bahia (UPB).
De acordo com projeto aprovado na Assembleia, o procedimento em relação à vaga pode se direcionar de três formas, com possibilidades de o nome ser indicado de forma independente por 20 deputados, pela mesa diretora e pelo presidente do Parlamento. O dirigente Marcelo Nilo teria sinalizado que baterá o martelo sobre a questão nos próximos dias.
A reportagem tentou falar com o deputado, mas ele estaria em viagem para Antas, seu município. O certo é que essa decisão deve sair logo, já que o prazo regimental do recesso é o dia 15 de dezembro, exceto se a Lei Orçamentária não tiver sido votada, as atividades podem ser prolongadas na Casa, que, de acordo com informações de deputados, é o “mais provável” de acontecer.
Enquanto isso, o líder pessedista estaria em costura para buscar favorecer a indicação de seu nome, tendo como grande apoiador o presidente do PSD, Otto Alencar.
Recentemente, Penedo conseguiu convencer Nelson Leal (PSL) a retirar a candidatura e apoiá-lo. Além do PSD, ele tem o apoio oficial do PT, PP, PCdoB, PRB, PSL, PSB e PV. Mas o pedetista João Bonfim minimiza os burburinhos.
“Antes de haver a indicação tem que haver os inscritos. Tem os procedimentos a serem adotados, e aquele que conquistar até três assinaturas de deputados pode ser candidato”.